Nossa Fórmula do Sucesso na Retenção de Alunos

 

““…Não me dêem fórmulas certas, por que eu não espero acertar sempre. Não me mostrem o que esperam de mim, por que vou seguir meu coração. Não me façam ser quem não sou. Não me convidem a ser igual, por que sinceramente sou diferente. Não sei amar pela metade. Não sei viver de mentira. Não sei voar de pés no chão. Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra sempre….”. – Clarice Lispector

Não existem fórmulas certas, existem certas fórmulas de trabalho, que quando bem executados dão certo. Pois não existem segredos, e se existe algum, é simplesmente esse: ouvir e tornar o aluno contente. E depois disso: mantê-lo contente; encantá-lo.

aluno é uma esfinge, que diz: decifra-me ou ignoro-te, mas não é estático. É um alvo móvel.

Mas o que tudo isso tem haver com nossa fórmula?

Criada por Aldo Barduco Jr., apresentada  no GEduc 2.014, baseada na fórmula do Dr. Alan Seidman, ‘a retention formula for student success’”.

Nossa Fórmula do Sucesso na Retenção de Alunos
ou, simplesmente,
Fórmula do Aluno Contente

Todos os estudos internacionais indicam que a IDENTIFICAÇÃO ANTECIPADA e o quanto antes tratada (INTERVENÇÃO ANTECIPADA) e cuidada (CONTÍNUA) — como bem equacionou um dos grandes estudiosos de retenção e permanência de alunos nos EUA, o Dr. Alan Seidman — até sanar a questão, maior a chance de sucesso no processo de retenção do aluno. Esta é uma abordagem que produz resultados, porém ainda não aproveita ao máximo as possibilidades, no nosso entendimento e experiência.

Uma vez que outros grandes estudiosos americanos, Noel, Levitz e Saluri — que trabalharam juntos (1985)– e Vincent Tinto, que entendem que uma visão de atendimento global, ou como o preferimos, holístico ou integrado, é essencial, pois não pode ser designada somente a um departamento.

“Se definirmos RETENÇÃO como o RESULTADO de um CONJUNTO DE AÇÕES, que abrange quase TUDO que a instituição FAZ, e que visa melhorar o RELACIONAMENTO COM O ALUNO (e SEUS RESPONSÁVEIS), a sua APRENDIZAGEM e a sua QUALIDADE DE VIDA.” – Aldo Barduco Jr., GEduc, 2014

Se tivermos essa visão de atendimento integrada, então entenderemos que retenção é o RESULTADO, UMA CONSEQUÊNCIA, de melhores programas educacionais orientados aos OBJTIVOS DOS ALUNOS e SEUS RESPONSÁVEIS. Assim,o processo retenção que gera permanência é o que envolve toda a INSTITUIÇÃO DE ENSINO, e por isso deve ser uma escolha do Reitor e do Chanceler iniciar um projeto como esse.

Porém, mais que “resolver problemas” dos alunos, a IE  deve estabelecer RELACIONAMENTO com o aluno, como quem tem uma paixão, de forma INTENSIVA, CONTÍNUA e com busca ativa pelo FEEDBACK. Em nosso processo, a parte de desenvolver o relacionamento não é, necessariamente a mais fácil, porém é prazerosa e os resultados aparecem. O que queremos propor é que quanto mais abrangente a visão e a implantação deste processo na IE, maior será o resultado da permanência. Isso também se refere ao ouvir, aceitar e analisar os feedbacks recebidos para implantar as mudanças.

É preciso entender que o ideal é manter um contato com todos os alunos de forma intensiva, mas normalmente não há recursos suficientes para isso, priorizando-se assim os alunos em risco de evasão e aproveitando este contato para ouvi-los,  entendendo que são porta-vozes de vários outros, com os mesmos problemas. Essas informações (feedbacks) são de alto valor para Instituição.

Todo o nosso processo, parte dele analítico, é construído para facilitar o relacionamento da Instituição de Ensino com seus Alunos e Responsáveis. Muitos nos perguntam sobre as dificuldades das variáveis e equações. Posso afirmar que isso, tem sua complexidade técnica sim, mas a parte mais complexa desta equação é na qual dedicamos grande parte do nosso tempo, na consultoria em relacionamento com o aluno e criação de diferenciais.

Pois o objetivo é ter ALUNO CONTENTE, INSTITUIÇÃO EXCELENTE.

Aluno contente, instituição excelente.

Solicite já, esclarecimentos adicionais  ou  informações personalizadas.

Veja um video conceitual da solução, abaixo: